quinta-feira, 22 de novembro de 2012

RECICLAGEM DAS CERAS

A reciclagem da cera é inerente um certo número de incoviniente, tanto maior quanto o uso da cera. Com o arranque das placas é retirado o manto hidrolipidico, o suor produzido como resposta pronta ao aumento da temperatura no local da aplicação é também a maior parte da microfilmar autóctone. Quando se submetem as placas a nova fusão, a presença da água faz aumentar a temperatura de liquefação ou de fusão das misturas. Em consequência, o calor fornecido, a introdução de novos grupos funcionais impurezas provocam modificações estruturais nos componentes das ceras, das quais provêm formas com diferentes características de plasticidade e adesividade. Uma cera bastante reciclada ( cera velha) tem que ser aplicada a temperaturas mais altas ( e por vezes insuportável pelas utilizadoras), pois encontram-se deslocado o intervalo fuso-solidificação, adquire um tom mais escuro, fica menos plástica e mais quebradiça o que inegavelmente traduz desvantagens.

Acresce ainda o risco de contágio sempre que a reciclagem contemple arraste de microorganismos patogénicos termo-resistentes.

E pode aconselhar utilizar somente uma vez a porção de cera que serviu para epilação de zonas mais húmidas como axilas e virilhas e nunca submeter a aproveitamento as placas provenientes de zonas de pele lesada, descamada ou com tonalidade alterada.

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