quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

C- DIFERENÇA DE DENSIDADE DAS DUAS FASES

A velocidade de sedimentação ou de ascensão das partículas é proporcional a sua diferença de densidades. Se a fase contínua for mais densa, a fase dispersa tem tendência a ascender a superfície pela força de impulsão da fase continua; inversamente a fase dispersa sedimentará no fundo em virtude da força da gravidade.

Assim se a densidade das duas fases fossem, teoricamente iguais, os glóbulos da fase dispersa nem tinham tendência a ascender nem a sedimentar e a emulsão manter-se-ia estável, pelo menos não podendo flocular e formar espuma. Por outro lado se a diferença de densidades acentuada a uma grande tendência as partículas se agregarem e se disporem num estracto, sobre ou subnadante, dando origem a separação de fases

Quanto < # densidades => > estabilidade

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

TAMPÕES

Determinados champôs nescessitm o pH estabilizado entre valores de 5,5 e 6,5, para exercerem convenientemente a sua actividade.
Exemplo: ácido cítrico, tartarico, láctico, bórico.

CONSERVANTES

Alguns champôs podem sofrer alterações microbianas, nomeadamente os formulações com sabões alcalinos e os que incorporam espessantes mucilaginosos. Com o fim de evitar este incoviniente, é usual incorporar-se nas formulações compostos com acção conservantes, bactericida e fungicida.
Exemplo : acido p- hidoxibenzoico.

OPACIFICANTES

Estes adjuvantes são muitas vezes incorporados nas formulações com vista a melhorar a apresentação do produto final em termos de "marketing"

AMACIADORES

Estes adjuvantes dos champôs também designados por acondicionadores, tem por principal função transmitir ao cabelo a suavidade necessária para o tornar mais manejável após as lavagens.
Exemplos: lanolina anidra e derivados, miristato de isopropilo, propilenoglicol, silicone, lecitinas.

ESTABILIZANTES DE ESPUMA

São adjuvantes que tem como finalidade aumentar o volume de espuma formada pelos tensioactivos, mantendo esse volume estável. Por vezes estes compostos também contribuem para aumentar a viscosidade do produto final.

ESPESSANTES

São compostos que tem por função principal interferirem na viscosidade do champô.
Exemplos: gomas, carbopolis, metilcelulose.

ADJUVANTES

Componentes que integram uma grande variedade de compostos. Asseguram a estabilidade do produto acabado e garantem a uma maior aceitabilidade por parte do consumidor, pois melhoram o desempenho dos tensioactivos e o aspecto estético da preparação.

NAO IÔNICOS

Excelente capacidade de limpeza, tem o incoveniente de nem todos produzirem espuma em quantidade adequada. São muitas vezes utilizados em mistura com outros tensioactivos primários, porque melhoram a resistência destes perante as águas duras, sendo em regra tolerados pela pele. São igualmente utilizados porque facilitam a solubilização de essências.

Exemplos:

  • Polietilenoglicois (PEG, carbowax, macrogois, sucrol) - frequentemente associados ao laurilsulfato de sódio com vista a actuarem como estabilizadores de espuma.
  • Esteres do sorbitano ( Spans e os derivados destes, os Tweens ) - facilitam a solubilização de determinados componentes da formula, nomeadamente essências . 
  • Alcanolamidas ou superamidas ( São as mais se utilizam, para compensar o desengorduramento deitado pelo champôs que tem muitos agentes anionicos e que na lavagem retiram em demasia a gordura, dando ao cabelo um aspecto áspero e seco. Com o abuso de champos deste género, as glândulas sebáceas produzem mais sebo; aumentam a viscosidade do champô porque são espessantes 
- Monoetanolamidas e dietilamidas o acido laurico
- Monoetanolamidas do acido esteárico 
- Detanolamida do acido oleíco
- Mono e dietanolamida dos ácidos gordos de coco 
  • Aminas gordas etoxiladas ( são humectantes, não deixando o cabelo ficar com aspecto seco; os cabelos finos com pouco volume, conseguem aumentar o seu volume com o uso de champos com aminas gordas etoxiladas, pois quanto maior for o poder de humectância, maior volume provoca 
  • Óxidos de amina usam-se menos; tem algum poder bacteriostaticos.
Anfotericos ( compostos ue se ionizam, mas a sua carga negativa ou positiva depende do pH do meio em que actuam. Podem apresentar as características dos tensioactivos anionicos, tais como o poder detergente e de espuma, e certas propriedades dos cationicos, destacando-se a acção bactericida. Como a sua actividade tensioactiva e inferior a dos anionicos, e por outro lado o curso e mais elevado, a sua utilização fica restrita a capacidade acondicionadora.
- Betainas
- Glicinatos
- Propionatos

DESVANTAGENS DOS TENSIOACTIVOS CATIÔNICOS


  • Incompatibilidade de carga com os anionicos, e com grande nº de compostos usados nas formulações 
  • Ligeiramente tóxicos e irritantes para a pele e olhos. São os mais irritantes para os olhos dai nunca serem colocados em champôs para bebés ( que normalmente so levam tensioactivos anfotericos ).
Os tensioactivos CATIÔNICOS desempenham um papel fundamental para facilitar o penteado porque são anti-estáticos ( diminuem a electricidade estática dos cabelos, neutralizando a carga negativa do pêlo)
Em virtude destas circunstâncias a sua utilização é limitada, sendo quase exclusivamente usados em concentrações muito baixas como adjuvantes das formulações com a função acondicionadoras do cabelo.

CATIÔNICOS

- Derivados da Piritionato
- Derivados da isoquinoleina
- Derivados da imidazol
- Sais de amónio quaternário ( cloreto de benzalconio, cloreto de benzetonio, derivado da alquilamida de amónio quaternária, sais lanolina de amónia quaternária ).

TENSIOACTIVOS SECUNDÁRIOS

Compostos que modificam a detergência os tensioactivos primários, razão pela qual também são conhecidos por aditivos.
Estes compostos intervém nas formulações com acção complementar aos tensioactivos primários.
Apresentam alguns aspectos importantes no que respeita a detergentes destinados a champôs por term grande afinidade para a queratina, facto que lhes permite transmitir brilho e suavidade.

Podem ser de natureza catiònica ( cujas propriedades activas estão ligadas ao catião; ex: sais de amónio quaternário ), não ionica ( polietileglicois ) e anfoterica ( substâncias susceptíveis de se comportarem como anionícos consoante o pH do meio; ex: imidazolinicos ).

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

EXEMPLOS DE TENSIOACTIVOS PRIMÁRIOS


>Saponosos (sabões )
>Sulfonatos (são os mais utilizados, grande poder espumante e espessantes )

  • Alquilbenzenosulfatos 
  • Sulfonatos de a-oleginas
  • Sulfouccinato
> Sulfatos
  • Alquilulfatos ( lauril sulfato de sódio) - e o mais utilizado, mas com elevado poder irritante, devido a ser muito desengordurante, dai ser usado em associações )
  • Alquileter sulfato 
  • Alcanolamidas sulfatadas
  • Óleos sulfatados ( óleo de rícino )
>Carboxilatos ( diminuem o poder irritante dos Sulfatos e sulfonatos. As acilsarcosinas além de lhes diminuírem a irritação quando em associação ( pois tem menor poder detergente ), também tem propriedades acondicionadoras.
  • Acilsarcosinatos
  • Sais de carboxilos etoxilados e não etoxilados

TENSIOCTIVOS PRIMÁRIOS

Compostos cujas funções principais consistem em remover a sujidade do cabelo e produzir espuma.
As partículas de sujidade aderem e depositam com facilidade a superfície do cabelo, devido a sua afinidade para a camada queratinosa. Para que o tensioactivo seja eficaz, é necessário que tenha capacidade para diminuir a tensão superficial entre as partículas e a Ucrânia de modo a facilitar a remoção daqueles.

As partículas de sujidade, bem como a gordura proveniente das glândulas sebáceas que se encontram associadas ao cabelo, uma vez deslocada da cutícula, devem manter-se dispensas no seio da solução aquosa o tensioactivo de modo a poderem ser retiradas com a lavagem utilizada na remoção do champô.

Os tensioactivos primários são Anionicos, ou seja possuem carga eléctrica negativa.
Podem existir champôs so com tensioactivos anionicos ( por ex. Sabão ) o que e desvantajoso, na medida em que devido a sua grande forçaa detergente, desengorduram em excesso, deixando o cabelo desprotegido. O cabelo fica mais sujeito a uberas interna; a sua superfície fica sujeita a captar poluentes; os cabelos ficam ásperos. Normalmente podem-se usar associações com outros tensioactivos anionicos ou com os secundários.

CHAMPÔS


Composição

As matérias primas para formular champôs podem agrupar-se em quatro categorias:

TRATAMENTO DA ALOPÉCIA

O tratamento da alopécia no estado evolutivo, sai do âmbito da cosmética, mas é possível atenuar o seu efeito utilizando champôs com acção detergente suave e que incorporam compostos com actividade anti-inflamatória e anti-séptica.

De entre estes compostos, utilizam-se a carboximetilcisteína, o ácido pantotenico e outras vitaminas como a vitamina H e a vitamina B6, quer isoladamente quer em associação.

Existe ainda outro tipo de anomalias a nível de alterações na cor ou na estrutura.

As alterações na estrutura geralmente dizem respeito a pontas quebradiças ou espigadas; e as alterações na cor pode ser pêlo aparecimento de manchas de cores diferentes ou mesmo um problema genético como é o caso do albinismo ( indivíduos que não produzem melanina, logo tem ausência de cor na pele, olhos e cabelos).

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

ALOPÉCIA

Tanto no homem como na mulher existem vários tipos de alopécias.

Geralmente no homem elas são localizadas ( peladas ), ou difusas ( devido a intervenções cirúrgicas, anestesias, quimioterapia).

É certo que a predisposição genética é um factor muito importante para a calvíce e esta cientificamente provado que os homens são mais susceptíveis devido ao problema se localizar no cromossoma sexual x e o das mulheres por xx; logo a probalidade dos homens de terem este problema é maior).

Nas mulheres geralmente as alopécias são de origem medicamentosa ou hormonal.

Para ambos a queda pode ser sazonal.